O chapéu de palha escondia o olhar cansado...
Ah... Aquele velho chapéu, aquelas velhas botinas...
As mãos calejadas,
Mãos marcadas pelo trabalho diário.
Mãos que tive o prazer de segurar,
Mãos que me carregaram,
Mãos que me abraçaram...
As mãos calejadas,
Mãos marcadas pelo trabalho diário.
Mãos que tive o prazer de segurar,
Mãos que me carregaram,
Mãos que me abraçaram...
Andes de morrer você me escolheu,
Você me olhou,
Você chorou...
Você me olhou,
Você chorou...
As lagrimas que escorreram dos seus olhos, eram as mesmas que escorreram nos meus olhos...
O teu olhar tão doce, tão terno, tão meigo, tão triste e tão cansado.
Me olho, chorou e me deixou, nos deixou...
O teu olhar tão doce, tão terno, tão meigo, tão triste e tão cansado.
Me olho, chorou e me deixou, nos deixou...
Naquela hora perdemos um homem, um pai, um avô, um bisavô...
Agora só me restava chorar... Chorar... Chorar...
O amor se transformou em dor e as palavras se calarem dentro de mim...
Hoje a dor voltou a ser o amor, mais ainda dói, e como dói...
A saudade reinou e com ela a lembrança de como você nos amou...
"Vô... Obrigado por me escolher,
Obrigado por me deixar esta ao teu lado no teu ultimo sopro de vida..."
"Vô eu te amo..."
Obrigado por me deixar esta ao teu lado no teu ultimo sopro de vida..."
"Vô eu te amo..."
Minas Gerais, 15 de Janeiro de 2009
Fabrício Bruno.......................................
Um comentário:
Bom,eu conheço historia e sei que deve ter sido super barra pra vc.
Mas apesar das dores,ainda bem que o tempo existe,ele pode até nao curar a feridas,mas tem o poder de amenizar o sofrimento,mesmo porque o esquecimento nao é a melhor ciscuntanscia para isso,porque senão pra onde vao as lembranças?
Se escrevi coisa nada haver desculpa,eu to sono...rssrsr
E gostei do texto,muito bonito!
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